ONDE COMER

ARMAZÉM ROMANUS RESTAURANTE

Rua Visconde do Rio Branco,141

Tel.(41)3462-1994

Horário de atendimento:quarta feira a segunda feira das 11h ás 22h

RESTAURANTE SERRA DO MAR

Rua.Visconde do Rio Branco,145 Centro Tel.(41)3462-2294

Horário de atendimento:diariamente das 11h às 17h

SATO’S RESTAURANTE

Rua XV de Novembro,738

Tel.(41)3462-1703

Horário de atendimento:quinta-feira a terça-feira das 11h às 14h30.

RESTAURANTE E PIZZARIA MY HOUSE

Alameda João de Almeida,9

Tel.(41)3461-1371

Horário de atendimento:quinta-feira a terça-feira das 11h30 às 16h e das 19h às 23h30

RESTAURANTE PARAÍSO

Porto de Cima-200 metros após a Ponte de Ferro Tel.(41)3462-2472

Horário de atendimento: diariamente das 11h às 22h.

IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO DO PORTO DE CIMA

Devoção de origem portuguesa,a igreja foi construída na primeira metade do século XlX .

IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO PORTO

Inaugurada em 1850,possui em seu interior uma Via-Sacra a óleo executada pelo famosa pintor morretense Theodoro de Bona.

IGRJA DE SÃO BENEDITO

Seu estilo é colonial e sue acervo artístico e histórico permanecem bem conservados.

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA

Datada de 1885,o antigo prédio deu lugar a uma estação com características modernas.

PARQUE ESTADUAL PICO DO MARUMBI

Criado em 1990 o Pico Marumbi,também conhecido como Olimpo,com 1539 metros é o ponto preferido para a prática do montanhismo.

ESTRADA DA GRACIOSA

Um percurso diverso do Caminho da Graciosa,teve sua construçãoiniciada no governo do Presidente da Província Zacarias de Góes e Vasconcelos.

CAMINHO DO ITUPAVA

Aberto a partir de uma trilha indígena do período pré-colonial e calçado com pedras irregulares no século XlX.

SALTO DOS MACACOS

O Rio dos Macacos cai de uma altura de 70 metros,sobre uma laje granítica,formando uma piscina natural.

PASSEIO DE TREM (CURITIBA/MORRETES)

Pela Estrada de Ferro Paranaguá/Curitiba.

POUSADA GRACIOSA

BR 411(Estrada da Graciosa),km08 Porto de Cima tel.(41)3462-1807

WWW.pousadagraciosa.com

POUSADA ITUPAVA

Estrada das Prainhas Porto de Cima Tel.(41)3462-1925

WWW.itupava.com.br

POUSADA DO OÁSIS

Estrada da Prainha Porto de Cima

Tel.(41)3462-1888

WWW.pousadadooasis.com.br


Aos 31 de dezembro de 1733, fixou-se o Marco Zero desta cidade, quando o Ouvidor Rafael Pires Pardinho determinou aos oficiais da Câmara Municipal da Vila de Paranaguá, que demarcassem 300 braças para delimitação do município. Localiza-se às margens do rio Nhundiaquara, na Rua General Carneiro.


A casa é uma homenagem a Rocha Pombo, que, nascido em Morretes, tornou-se uma das maiores expressões paranaenses como historiador, escritor, professor e político.

Suas características arquitetônicas são simples, em estilo colonial da época dos jesuítas e foi construída em duas frentes, uma para a cidade e outra para o rio Nhundiaquara. Nela funciona um centro cultural, além de expor a maquete da Área Especial de Interesse Turístico do Marumbi em escala 1:5000. Está localizada no Largo Dr. José Pereira, 43. Tel: (041) 462-1207


Os dados históricos referentes a esta igreja apresentam controvérsias. Consta como construída por escravos em 1765 ou que a data de sua fundação foi em 1863, com sua torre edificada somente 53 anos mais tarde, em 1916, por iniciativa do provedor e tesoureiro Capitão Roberto França; ou ainda que foi inaugurada em 01 de janeiro de 1884 e benta em 7 de setembro do mesmo ano.

Seu estilo é colonial e seu acervo artístico e histórico ainda permanece bem conservado. É tombada pelo Patrimônio Histórico e localiza-se na confluência das ruas Conselheiro Sinimbu e Fernando Amaro.


Dada a obrigatoriedade pela coroa portuguesa, à prática religiosa na época, Morretes, ressentia-se de uma igreja. Por esta razão, em 1769 obteve licença do Papa para a construção de uma capela devotada à Nossa Senhora.

Em meados de 1812, começou a construção da atual Igreja Matriz, no mesmo local da primitiva capela, num dos pontos mais elevados da cidade. Numa procissão, em 1849, a imagem de Nossa Senhora do Porto, Padroeira da Vila, caiu do andor, fazendo-se em pedaços. No mesmo ano, foi encomendada uma imagem vinda da Bahia, esculpida em madeira, com revestimento de gesso. Inaugurada em 1850, possui em seu interior uma Via-Sacra a óleo executada pelo famoso pintor morretense Theodoro de Bona. Em frente a igreja está instalado um sino vindo de Portugal, com o brasão do Império, fundido no ano de 1854, além de uma cruz que data da passagem do século e um relógio em sua torre que funciona desde a fundação da igreja. Localiza-se no Largo da Matriz.


Devoção de origem portuguesa, esta igreja foi construída na primeira metade do século XIX e inaugurada em 1850. A arquitetura externa, com características coloniais, foi bastante modificada e esta rodeada de edificações do século XIX e início deste. Internamente, sua arquitetura é rica. Foi tombada e restaurada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1963 e encontra-se no povoado de Porto de Cima.

Porto de Cima

Povoado situado ao pé da Serra do Mar, que teve seu apogeu em decorrência dos engenhos da erva-mate e, nas últimas décadas do século XVIII, passou a ter grande importância econômica como entreposto comercial entre o litoral e o planalto. Com o crescimento político e econômico do interior do Paraná no final do século passado, Porto de Cima chegou a quase desaparecer. Mas guarda vestígios de seu passado retratado pelas ruínas de engenhos, casarões e calçadas de pedras. Foi um grande centro cultural, berço de ilustres personalidades paranaenses. Atualmente possui praia fluvial, área para acampamento e pousada.

Morretes 1820


Nesta data, Auguste de Saint-Hilaire, um pesquisador da fauna brasileira que passou pelo Brasil entre 1816 e 1822, desceu o planalto para o litoral e descreve algumas passagens por Morretes e Porto de Cima. Auguste, se pronuncia com biquinho. Coisa de francês. Craro!

" Ao chegar ao Porto eu me vi em outra atmosfera o ar era pesado e o calor muito mais forte do que nos arredores de Curitiba e nos Campos Gerais. Eu não me achava mais nem no planalto, nem na serra, e sim nas proximidades do litoral. De repente, realmente voltei a ver as plantas cultivadas nas regiões mais quentes do Brasil. Em lugar dos pessegueiros que cercam as habitações do distrito de Curitiba, são as bananeiras que abrem suas largas folhas sobre as casas do Porto. "
Saint-Hilaire descreve que os habitantes da região eram mestiços de índios, de brancos e mulatos e ao chegar em Morretes, o local contava com 60 casas e a paróquia, tinha cerca de mil fiéis.
" Parei no arraial de Morretes, situado em aprazível local, à beira do rio Cubatão " ( hoje Nhundiaquara )
O ponto mais alto deste arraial, era justamente onde havia se construído a paróquia. De lá podia-se ter uma visão mais detalhada. Não por acaso que justamente neste lugar o primeiro morador oficial de Morretes escolheu este mesmo local para construir sua casa. Isto bem antes da construção da igreja cujo início se deu sob forma de uma pequena capela consagrada à Nossa Senhora do Porto dos Três Morretes, benta em 1769.
João de Almeida, rendeiro do porto tinha autorização para cobrar impostos e fazer o comércio do rio Cubatão. Nosso primeiro morador, aqui chegou entre 1725 e 1730.
Este " outeiro ", local onde se instalou João, depois a Matriz ,é o ponto mais alto da cidade e por lá também Saint-Hilaire passou em 1820.
Ao chegar ali naquele pequeno morro, daquele outeiro Saint-Hilaire pôde concluir o que era Morretes.
" e nada ali, absolutamente nada, nos faz recordar o aspecto severo dos arredores de Curitiba e dos Campos Gerais "